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É vantajoso instalar um sistema de energia solar agora?

Jan 13, 2022 6:05 PM ET

Ao analisar os preços históricos dos sistemas fotovoltaicos nota-se uma tendência de queda, ligada ao amadurecimento dos profissionais no mercado, à maior concorrência e ao avanço acelerado da tecnologia dos componentes.

Cientes desta redução anual de preços, consumidores têm dúvidas ao fechar negócios, esperançosos de que a redução de preços dos sistemas para os próximos anos compensem o atraso de não instalar um sistema hoje.

Para acabar com esta dúvida veja uma simulação comparando um mesmo sistema sendo instalado entre 2016 e 2020, com o seu custo refletindo o histórico de preço do mercado.

Será considerado um sistema residencial em Campinas (SP), com 4 kWp de potência instalada e capacidade de geração de 6500 kWh anuais, o que corresponde a um sistema de cerca de R$ 18,8 mil e que seria capaz de reduzir em 95% uma conta de energia de R$ 450.

A referência será uma tarifa de energia de 2020 (R$ 0,65/kWh) com um aumento anual da tarifa de 5%.

Serão comparadas cinco implementações do mesmo sistema, variando a data de instalação entre elas (de 2016 a 2020), utilizando o preço médio de mercado. Os custos de instalação caíram em média 55%.

Analisando um investimento no tempo

Mil reais poupados em 2016 valem mais do que mil reais em 2020, devido à inflação e ao custo de oportunidade de ter o dinheiro parado. A ferramenta usada para analisar a viabilidade de investimentos nesta condição é o VPL (Valor Presente Líquido).

Por exemplo, para se ter noção da rentabilidade no tempo, o cálculo do VPL aplicará uma taxa de desconto (neste caso, a SELIC) na economia de mil reais em 2017, ajustando-a para o quanto aquele montante representa em 2016 (para a taxa de 5% o valor de mil reais de economia em 2017 tem o mesmo valor financeiro que R$ 950 tinham em 2016).

O VPL é a somatória do custo de instalação do sistema com as economias que o sistema gerará descontadas no tempo. Para um investimento ser rentável é necessário que seu VPL seja positivo.

Outro dado usado é o payback, onde se divide o custo do sistema com o valor anual economizado. Ele mostra em quanto tempo a economia gerada pelo sistema abate o custo de instalação do mesmo. Porém, o payback não é capaz de indicar se vale a pena, ou não, esperar para instalar o sistema.

A partir de 2021, a taxa de desconto considerada foi a prevista pelo boletim Focus do Banco Central. A partir de 2024 a taxa considerada foi igual à taxa de 2023.

Com o fluxo de caixa simulado para todos os sistemas entre 2016 e 2045 (e com a informação do valor dos investimentos) foi possível chegar aos valores abaixo:

Sistemas instalados VPL Payback simples
2016 R$ 56.781,87 8,5
2017 R$ 64.64.415,386,4
2018 R$ 63.190.18 5,5
2019 R$ 58.780,22 4,7
2020 R$ 56.244,02 4,4

Isto é, entre 2016 e 2017, para todas as premissas apresentadas anteriormente, o retorno financeiro de esperar a queda de preços fez sentido.

Mas a partir de 2018 a situação se inverte, não valendo a pena postergar o empreendimento. Porém, as informações de payback não são suficientes para analisar se vale a pena postergar ou não, pois no seu cálculo o valor do dinheiro no tempo não é considerado.

O que esperar dos preços futuros?

Para responder de vez a pergunta sobre se vale a pena ou não postergar os investimentos em sistemas de energia solar, é preciso estar atento a projeção futura de preços dos sistemas fotovoltaicos.

Como o Brasil importa quase a totalidade dos componentes do sistema, os preços estão sujeitos à variação do dólar e da demanda do mercado global.

No início da tecnologia fotovoltaica, a postergação de investimentos foi uma dúvida que surgiu e ficou incutida nas mentes de clientes e investidores. De fato, há cinco anos, os preços dos sistemas instalados caíam abruptamente de um ano para o outro.

A previsão de queda do preço previstas dos sistemas fotovoltaicos é pequena e mostra que os mercados global e brasileiro já estão bastante amadurecidos, com preços relativamente estabilizados.

Nos estudos apresentados usaram-se taxas de inflação e de remuneração do capital de 5%. Na prática, sabe-se que a inflação das tarifas de energia elétrica já foi e pode ser maior, enquanto no mercado financeiro existe uma tendência geral na redução das taxas de juros, com muitos investimentos atualmente apresentando juros reais negativos.


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