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Substâncias apontadas pela Diretriz Europeia RoHS são prejudiciais à saúde humana

Aug 26, 2021 7:05 PM ET

A Diretiva Europeia RoHS regula o uso de substâncias tóxicas em equipamentos elétricos e eletrônicos que são prejudiciais à saúde humana. Mesmo sendo necessária a utilização desses itens nocivos para a fabricação dos produtos, o nível de concentração é regulamentado garantindo a segurança do usuário final. Por isso, mesmo sem a obrigatoriedade no Brasil, o fabricante pode se adequar à norma tanto para estar em conformidade com outros países para exportação, quanto para preservar a saúde do seu consumidor.

De acordo com a Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (AIRC), as substâncias que compõem os produtos elétricos e eletrônicos podem ser classificadas por grupos conforme a periculosidade que apresentam, sendo: Grupo 1 – carcinogênico para humanos; Grupo 2A – provável carcinogênico; Grupo 2B – possível carcinogênico, Grupo 3 – não classificável como carcinogênico e Grupo 4 – provável não carcinogênico. A restrição de substâncias perigosas como chumbo, mercúrio, cádmio, cromo hexavalente, retardadores de chama bromados (PBBs e PBDEs) e ftalatos em produtos eletroeletrônicos protege o usuário do risco de desenvolver doenças associadas ao câncer e também contra intoxicações do tipo crônica ou aguda.

Segundo a AIRC, os componentes com maior impacto à saúde humana são o cádmio (Cd) e o cromo hexavalente (Cr Vl) classificados como carcinogênicos para humanos. O cádmio está presente em estabilizadores de PVC, pigmentos de plástico e vidro, entre outros usos. Ele pode causar intoxicação aguda e crônica ocasionando a perda do olfato, falta de ar, debilitação dos ossos, danos ao sistema nervoso, respiratório, digestivo, sanguíneo e aos ossos. Já o cromo hexavalente, utilizado como agente anticorrosivo e de blindagem elétrica, pode provocar problemas como dermatite, ulceração, vertigem, vômito, sendo cancerígeno para pele, pulmões e fígado. Os demais componentes, apesar de não estarem no Grupo 1, apresentam uma série de malefícios para a saúde do consumidor. O mercúrio, por exemplo, pode causar transtornos digestivos, problemas no sistema nervoso central e até alterações cromossômicas.

No Brasil, não há normatização oficial sobre o uso de substâncias tóxicas, mas a Diretiva RoHS é amplamente reconhecida e os fabricantes podem buscar por empresas especializadas para realização de testes para certificação de segurança de seus produtos. A DEKRA, empresa internacional de TIC (Testes, Inspeções e Certificações), líder global em segurança e sustentabilidade, dispõe dos serviços no país e conta com equipe especializada para a avaliação de concentração das substâncias perigosas. Como parceria global para um mundo mais seguro, a DEKRA atua para que haja rapidez e suporte em todas as etapas da certificação desde a fabricação do equipamento eletroeletrônico, assim a companhia alemã está presente auxiliando as empresas a estarem em conformidade com as normas e determinações da União Europeia aplicáveis também no Brasil.


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