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Setor funerário registra forte crescimento de cremações

Aug 26, 2021 7:05 PM ET

A cremação como opção de despedida de um parente falecido cresce em ritmo forte no Brasil. Esse movimento se explica pela maior oferta do serviço, que já pode ser contratado em todo o país, e pela redução dos preços, que estão próximos aos praticados para sepultamento. E, ainda, pelas limitações previstas nos protocolos de sepultamento das vítimas da covid-19.

Trata-se de um movimento que acompanha uma tendência mundial já consolidada. Na Europa, as cremações já superam os sepultamentos e, na Inglaterra, o número de cremações já é de sete para cada dez procedimentos. No Brasil, a entrada em operação de novos crematórios, que já somam mais de 100 em todo o país, amparou essa evolução.

O setor funerário não possui dados operacionais consolidados, mas o crescimento das cremações é claramente constatado junto às maiores empresas de death care. Nos doze meses contados a partir de junho do ano passado, o Grupo Zelo, que atua em oito estados e no Distrito Federal, registrou aumento de 347% no número de planos funerários com opção de cremação. Naquele mês, o número de clientes com planos com opção por cremação era de 47,5 mil, que saltou para 165,0 mil em maio deste ano.

“A opção pela cremação nos planos funerários aumenta mês a mês e vem se acelerando. O preço não é mais impeditivo para quem deseja o serviço, além disso, o serviço de cremação possui um enorme e positivo impacto ambiental, sendo este aspecto um outro importante fator de escolha de muitas pessoas”, disse Roberto Resende Toledo, Diretor de Necrópoles e Sustentabilidade da empresa.

Segundo Toledo, a diferença de preço entre a cremação e o sepultamento é de apenas R$ 10 mensais para planos funerários com cobertura de até oito pessoas, independentemente da idade ou do local no país onde os clientes residam. Nas cidades que não possuem crematórios, o traslado do corpo, a cremação e a entrega das cinzas aos parentes são cobertas pelos planos. Além disso, a cremação desincumbe os familiares dos custos de manutenção da sepultura.

A pandemia do coronavírus também colaborou para a tendência. A impossibilidade de realização das cerimônias de despedida de maneira integral, com proibição de abertura da urna e limitação de tempo e do número de pessoas nos velórios, fez com que a deposição das cinzas se tornasse uma opção de cerimônia aberta a todos os familiares e amigos.

Como lembrou Toledo, o serviço de cremação oferece vantagens ambientais muito relevantes, já que as cinzas são inertes e podem ser depositadas em local que homenageie o falecido ou guardadas pelos familiares, além de várias outras possibilidades de se eternizar as memórias do ente querido, como, por exemplo, utilizadas no plantio de uma árvore, e, até mesmo, dividi-las entre os familiares.


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