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Mercado de jogos de cartas colecionáveis evolui, mas não enxerga saturação

Aug 18, 2021 7:10 PM ET

A década de 90 viu o surgimento de um novo jogo de cartas: Magic: the Gathering. O jogo é marcado como o “pai” dos jogos de cartas voltado para o público Geek. Logo depois seus concorrentes surgiram: Yu-Gi-Oh viu fama principalmente impulsionada pelo desenho. Pokémon começou a se destacar com seu jogo de Game Boy e logo viu seu produto expandindo para board games e jogos de cartas também.

Uma revolução entre os jogos de cartas ocorreu entre 2010 e 2017. Surgiram jogos inteiramente online, começando pelo Hearthstone, que dita em suas cartas partes da história do mundo de Warcraft. Legends of Runeterra recentemente entrou nessa disputa e promete muito por ser influenciado por League of Legends. Não há como esquecer da versão online de Magic: the Gathering: o Magic Arena; e outros jogos como Gwent que traz The Witcher, a famosa série, jogo e livro em formato de cartas.

Enquanto esta notável mistura de elementos se aproveitam da modalidade de apesentar suas histórias como cartas, o que assusta é a não saturação deste mercado. Este mercado tem passado por uma constante mudança ao redor do mundo e é de se imaginar que o Brasil ainda verá mais diferentes jogos de cartas colecionáveis chegando às prateleiras. Nos Estados Unidos, Flesh and Blood está disparando entre os fãs dessa modalidade, assim como Dragon Ball Z Card Game, Force of Will e WeissSchwarz, que apresentam características de desenhos japoneses.

Flesh and Blood, jogo criado em 2019, inclusive já é pesquisado duas vezes mais no Google que Legends of Runeterra conforme é possível analisar no Google Trends mundial.

Diversos mais jogos de cartas estão sendo produzidos e, mesmo assim, jogos como Magic Arena têm reportado lucros milionários. O mercado parece estar longe da saturação.


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