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Pesquisa aponta que 33% dos tutores de cães e gatos notam aumento de peso do pet com a pandemia

Aug 13, 2021 7:10 PM ET

Dados de uma pesquisa realizada pela Hill’s Pet Nutrition, em parceria com a Petlove, apontam que 33% dos tutores de cães e gatos notaram aumento de peso do pet com a pandemia. 30% indicam que o pet engordou menos de 3 quilos e 5% que o ganho de peso foi mais do que 3 quilos.

“Alguns fatores como a castração ou a idade do animal influenciam no ganho de peso, mas, de maneira geral, o sobrepeso é uma combinação entre pouco gasto energético e ingestão calórica excessiva. Com a pandemia, muitos tutores deixaram, ou reduziram o tempo, de fazer passeios com seus cachorros, o que pode impactar diretamente na questão do peso”, afirma Brana Bonder, médica veterinária e supervisora de Assuntos Veterinários da Hill’s Pet Nutrition.

A coordenadora de Conteúdo da Petlove, Jade Petronilho, incentiva a rotina de atividades físicas dentro de casa. “Hoje em dia, temos muitos produtos no mercado pet que ao mesmo tempo em que estimulam fisicamente também promovem uma atividade mental e sensorial ao animal, algo fundamental para seu bem-estar”, reforça.

Mudanças de hábitos alimentares também impactam no ganho de peso. Durante a pandemia, 13% dos tutores entrevistados aumentaram a quantidade de alimento oferecida aos seus pets e 31% aumentaram a quantidade de petiscos. “É sempre bom consultar um veterinário para entender a quantidade de alimento necessária para que o pet mantenha uma dieta balanceada. Exagerar nos petiscos, por exemplo, especialmente nesse período onde o gasto calórico é menor, com menos passeios e atividades, pode fazer com que o animal engorde”, completa Brana Bonder.

Para a prevenção do ganho de peso, Jade explica que os donos devem acender um sinal de alerta quando sentirem dificuldade de apalpar as costelas e de enxergar com facilidade a cintura do animal. Afrouxar a coleira é um outro ponto de atenção, assim como a forma que o pet caminha, se locomove e respira, explica a especialista.

Mudanças de comportamento

61% dos tutores notaram mudanças de comportamento do pet durante a pandemia. A maior parte dos tutores, 45%, percebeu que o animal está pedindo mais carinho que o normal neste período. 9% repararam que os pets estão mais irritados, 8% notaram que estão comendo mais durante o período e 5% que estão fazendo mais bagunça.

Preocupações dos tutores pós-pandemia

Atualmente, 73% dos entrevistados estão trabalhando no esquema de home office e existem algumas preocupações com relação aos pets quando a ida para os escritórios voltar a ser comum. 69% dos tutores estão preocupados com o emocional dos pets, 25%, com as dificuldades de conseguir estabelecer uma nova rotina longe do pet e 19% com os cuidados de maneira geral e alimentação.

Os tutores estão interessados em retomar algumas atividades após o período de isolamento social. 34% querem voltar a passear com seus pets no parque, 32%, nas ruas, 24% querem viajar com os pets e 15% esperam retomar idas aos shoppings e restaurantes pet friendly.

Soluções alternativas de trabalho

84% dos entrevistados acreditam que as empresas devem considerar soluções alternativas de trabalho para os tutores de pet no período pós-pandemia. Entre as ideias mencionadas, destacam-se a possibilidade de regime de trabalho híbrido, com uma combinação entre trabalho presencial e remoto durante a semana, criação de espaços pet friendly dentro das empresas, horários flexíveis de trabalho e um retorno gradual para os escritórios.

“A pesquisa faz parte do compromisso que a Hill’s e a Petlove têm de estarem próximas dos tutores para entender seus desafios e necessidades e sempre apoiá-los com conteúdos e orientações adequadas, ajudando assim a usufruírem ao máximo a vida ao lado dos seus pets”, explica Rodrigo Ciaravolo, gerente geral da Hill’s Brasil.


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