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Falta de atividade física causa impacto na saúde pública, aponta pesquisa

Jul 21, 2021 7:05 PM ET

Embora a vacinação no Brasil tenha avançado nos últimos meses, o número de pessoas atingidas de forma letal pela Covid-19 ainda é uma preocupação. Em julho de 2021 o total de vacinas aplicadas em todo o Brasil atingiu cerca de 111 milhões, conforme indica o Google Notícias e as mortes causadas pela doença já passaram de 532.000. 

E mesmo um ano e meio depois do início da pandemia há muitas dúvidas e incertezas em relação à doença, até mesmo por conta da evolução do vírus. Embora não seja possível realizar muitas afirmações, pesquisas e estudos têm ajudado na compreensão desse cenário incerto. Um estudo observacional, feito pelos pesquisadores da UFMG, mostra que a hospitalização de pacientes com Covid 19 é consideravelmente menor entre quem pratica atividades físicas. A pesquisa que contou com 938 participantes de idades e sexo variados aponta que, do total de voluntários, apenas 9,7% necessitaram de hospitalização, sendo que as pessoas consideradas fisicamente ativas tiveram um índice 34% menor de hospitalização em comparação aos sedentários. 

Já uma pesquisa realizada recentemente pela USP, mostrou que a falta de atividade física, durante o período de  pandemia, aumentou em 39,8% a taxa de insulina e em 8% os níveis de colesterol, entre as participantes. Os pesquisadores afirmam que isso trará um grande impacto em todo o sistema de saúde durante anos e que haverá aumento de doenças, como diabetes, câncer, hipertensão, doenças cardiovasculares e até doenças mentais. Outro ponto curioso da pesquisa é que homens não foram avaliados, por falta de participantes, fato que se justifica por questões culturais, já que homens não costumam procurar serviços de saúde, segundo o pesquisador. 

Para o personal trainer Chico Spalato, a medicina preventiva é o caminho para uma vida mais saudável e até mesmo para uma economia sadia, já que a atividade física pode prevenir doenças como as citadas anteriormente, além de problemas articulares por postura viciosa. O pensamento de Francisco vai ao encontro de outra constatação feita por uma pesquisa, também da USP, que aponta que, caso a população fosse mais ativa, a saúde pública poderia ter uma economia de R$1,14 bilhão. 

Segundo Chico Spalato a população obesa, por exemplo, tem um crescimento exponencial, o que agrava o quadro de doenças provenientes de uma vida sem rotina de exercícios físicos e alimentação saudável, bem como um grande número de doenças fatais no mundo estão diretamente relacionadas ao sedentarismo. O personal trainer, que compartilha dicas e informações nas redes sociais, reitera que atividade física e um estilo de vida saudável são fundamentais para a longevidade e uma vida com muito mais prazer. 

Independentemente da pandemia, a prática de exercícios e um estilo de vida saudável podem causar impacto em toda a sociedade, desde uma vida mais produtiva, até a economia de vários recursos. Além disso, o sedentarismo esbarra em diversas questões, como planejamento urbano, incorporação de atividades físicas em sistemas de saúde, educação física em escolas e até mesmo o incentivo às atividades em empresas do setor privado. Considerar a atividade física como um dos pilares de uma sociedade mais saudável tem se mostrado urgente e necessário, conforme apontam os dados.




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